A proposta apresentada pelo Ministério da Fazenda prevê três etapas. A primeira, a partir de 2027, inclui papel e celulose, ferro e aço, cimento, alumínio primário, exploração e produção de petróleo e gás, refino e transporte aéreo. A segunda, em 2029, alcança mineração, alumínio reciclado, setor elétrico, vidro, alimentos e bebidas, química, cerâmica e resíduos. A terceira, em 2031, chega ao transporte rodoviário, aquaviário e ferroviário.
Cada etapa dura quatro anos: o primeiro para elaborar o plano de monitoramento, o segundo e o terceiro para monitorar de fato, o quarto para construir o Plano Nacional de Alocação. O texto passou por consulta pública encerrada em agosto de 2026, e a versão final deve sair ainda neste ano.
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